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Sob mantos noturnos de abandono pousei intranq�ila a coragem, deixei que vestes insanas sangrassem a carne e a alma, rasguei qualquer escrita que pudesse denotar equil�brio, pisei em fotos que nunca tirei da inf�ncia ou maternidade, quebrei frascos de �ter, dan�ando no et�reo e vol�til espa�o-sem-tempo-hora do instante, e sobre olhares at�nitos, fui inscrevendo os movimentos incertos do meu torto ser. |